Arquivo do mês: abril 2008

Áudio – Hino do Palmeiras versão Samba (Mancha Verde)

Bem ao estilo da Mancha Verde, a torcida organizada que também é uma escola de samba, uma versão do hino do Verdão no ritmo do carnaval.

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Áudio – Torcida – “Ô Bicharada!”

Grito de saudação aos sãopaulinos. Ideal para identificar aqueles amigos bambis no celular, messengers…

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Vídeo – Narração chilena do gol de Valdivia – Palmeiras 2×0 SPFW – Paulista 2008

Bem que poderiamos ter narradores assim por aqui.


Imagem – Símbolo oficial da S. E. Palmeiras

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Você desenha o símbolo do Palmeiras em seus cadernos, na carteira da escola ou vai pintar no seu muro?

O estatuto do clube, nos artigos 141 e 139, dá a dica para não errar na hora de desenhar o símbolo do Verdão:

(…) sobre o centro de um campo verde, gravam-se dois aros brancos concêntricos e circunjacentes; dentro dos quadrantes inferiores, em caracteres brancos, gótico-germânicos eqüidistantes do aro interno, escreve-se: “PALMEIRAS”; no interior de tais círculos, há outros dois menores, um de cor branca e outro de cor verde, que alcançam mais os quadrantes superiores, à volta de um campo branco nos quais se salienta um escudo suíço, de cor verde, com orla alvi-esmeraldina em cujo frontispício se desenha um “P” maiúsculo, de forma especial, já sancionada pelo uso; entre os aros maiores e os menores, em cada quadrante superior, há quatro estrelas brancas, que evocam o mês de fundação da SEP; há uma banda branca, proporcional, que entrecorta o campo verde em diagonal, da parte inferior da esquerda para a superior da direita, sem fazê-lo nos aros; (…)


Áudio – Hino do Palmeiras na Viola

Essa é para quem gosta da música caipira. Com seu instrumento símbolo, a viola, o músico Agnaldo Araújo faz uma excelente interpretação do hino do Verdão.

Clique aqui para ouvir ou baixar (mp3)

Essa versão do hino foi uma iniciativa da rádio Mondo Palmeiras (um de nossos sites recomendados, na seção de links ao lado). Por lá, é possível ver o vídeo (de onde foi extraído o áudio) em que o músico demonstra a habilidade que tem com esse instrumento.


Gol de mão? Pênalti? Vantagem? Falta do atacante!

Uma parte da imprensinha está querendo legitimar o irregular gol de mão da Imperatriz Leonordinense. Para isso, estão usando um vídeo da torcida do São Paulo que destaca uma puxada de camisa do zagueiro verde em cima do atacante tricolor. Veja na imagem abaixo:

Seria então pênalti a favor delas. Acontece que, mesmo em penalidades, existe a lei da vantagem, e a imperatriz conseguiu se desvencilhar de Léo Lima, que o marcava. Portanto, segue a jogada. O problema é que ninguém da imprensinha notou esse detalhe.

Se não bastasse isso, “esqueceram” de observar que o zagueiro palmeirense, antes de puxar a camisa, é empurrado pelo adversário. Observe:

Importante frisar que o jogador de verde iria acompanhar o tricolino por toda a jogada, mas não conseguiu, justamente pelo empurrão que sofreu.

Então, antes do tal pênalti, o correto seria anotar a falta do atacante. Ou numa outra análise, concluir que houve um empurra-empurra mútuo, comum em lances de cruzamento na área. Desse modo, a jogada seguiria normal e, após o gol de mão, seria anotado gol irregular, pois o esporte naquele momento não era vôlei. E ainda por cima, a Imperatriz receberia cartão amarelo pela falta de “Fair Play”, pois ludibriou a arbitragem ao burlar uma das regras do jogo.


Torcida cria o site FicaValdivia.com

FicaValdivia.com

E já está no ar o site “Fica Valdivia” (na verdade já estava acessível a alguns dias, mas só agora o conteúdo foi liberado). Criado pela Mídia Palestrina, seu título é auto-explicativo. Apesar de ainda não haver nenhuma proposta oficial pelo jogador, a torcida sabe que isso irá acontecer em breve e não está nem um pouco afim de perder o melhor jogador em atividade no solo brasileiro atualmente.

Mais uma bola dentro da atuante torcida palmeirense, pois vivemos em uma época em que todos os grandes craques do mundo da bola tem como destino (e cada vez mais cedo) o continente europeu. Aqui no terceiro mundo, sempre me questiono, ao testemunhar um jogador como este mostrando sua “magia” em nosso desorganizado futebol: Quantos meses(!) o clube conseguirá mantê-lo? Isso porque, a grana que vem do lado de lá do Oceano Atlântico seduz não só os jogadores, mas também os clubes, que, em sua ampla maioria, estão em dificuldades financeiras.

Tá certo que a curto prazo as cifras oferecidas ajudam, e muito. Mas penso que vender os ídolos não é a melhor solução para para os problemas financeiros, e vou além: só ajuda a manter nosso futebol na péssima situação em que se encontra: raros ídolos, poucos bons jogadores, e muita maracutaia nos corredores das sedes de federações e clubes.

Acredito que, a longo prazo, a venda de craques se torna uma péssima escolha. Os times perdem em qualidade. Em consequência disso perdem títulos. Esses títulos, por sua vez, trariam novos torcedores. E perdendo torcida, se perde em presença de público no estádio e também com a vendas de camisas, chaveiros, toalhas de banho e tantas outras bugingangas com a marca do clube. E a própria torcida deixa se comparer em massa ao estádio, ao perceber que o espetáculo oferecido terá queda de qualidade, pois não compensaria o trocado perdido ao passar pela catraca.

O que um jogador como o Valdivia faz pelo clube:

  • Ele é diferenciado. Então é garantia de bom público.
  • É um elemento que poucos times tem em busca das vitórias e dos títulos.
  • É também o recordista de vendas de camisas.
  • Atrai a atenção da mídia e, sendo um dos maiores responsáveis pelo bom desempenho do time, ajuda a expor a marca do clube e dos patronicadores, que terão seu retorno garantido.
  • Está sempre sorrindo, sempre faz jogadas inesperadas e surpreendentes, é ousado, driblador e, tem carisma. Então a criançada adora, se tornando garantia de novos torcedores, mesmo sem títulos.

Todos esses pontos que eu citei, trazem retorno financeiro e eleva o valor da imagem ao clube. Somando ao fato de que hoje em dia é díficil encontrar bons meias habilidosos (e quando se acha, custam fortunas), creio que o Valdivia hoje não tem preço. Se dependesse de mim, só uma coisa me faria aceitar sua saída: a própria vontade do jogador.